Notícias › 14/12/2016

Encontro de Secretários oferece formação administrativa e contábil

Cerca de 100 participantes estiveram presentes no Encontro de Secretários Paroquiais, promovido pelo departamento administrativo da Diocese de Guaxupé, nesta quarta-feira (14). O foco do encontro foi o alinhamento com os responsáveis diretos pelos procedimentos administrativos nas paróquias.

Presente no Encontro, dom Lanza acolheu os colaboradores ressaltando sua importância para a evangelização

Durante toda a manhã, os colaboradores puderam compreender as alterações e as exigências da estrutura administrativa da instituição religiosa e qualificar-se para a execução das atividades em suas unidades. A formação foi realizada por responsáveis em áreas específicas: Lilian Mara Oliveira Bento (Recursos Humanos), Ana Maria Cardoso (Administração) e Sidney da Silva Carvalho (Processos Administrativos).

O aproveitamento do encontro motivou a secretária paroquial de Carmo do Rio Claro, Daniela Cardoso Ferreira. “Essa reciclagem deve haver constantemente, pois com as mudanças, precisamos nos adaptar. Servirá muito para a gente no dia a dia. Nós precisamos sempre buscar capacitação, para conseguir informar e motivar os fiéis nas paróquias”.

Para Lilian Bento, responsável pela gestão de Recursos Humanos na Diocese, a iniciativa é importante para o entrosamento dos colaboradores envolvidos na administração. “É importante este contato da Diocese com as paróquias, porque hoje tudo é feito à distância. Propiciar momentos de estudo como este é investir no aprimoramento da gestão diocesana e, isso, é primordial para o desenvolvimento dos profissionais”.

O avanço da dimensão administrativa na diocese se deve em grande parte ao relacionamento entre a Cúria Diocesana, que centraliza a administração de todas as paróquias, e os secretários paroquiais que atuam nas 87 paróquias, alinhados às orientações da administração central.

Quem faz essa avaliação é a ecônoma da diocese, Ana Maria Cardoso, que explicita a importância dessa dimensão para a sobrevivência da Igreja como instituição social. “Nós precisamos compreender que a Igreja está sujeita à legislação do país como qualquer outra instituição do terceiro setor. A gestão e a transparência são fundamentais para o bem da Igreja e também uma exigência legal”.