Notícias › 26/11/2017

Missão Permanente: um novo itinerário para a diocese

Texto: Waldir J. R. Rodrigues | Imagem: Renan Beraldo

Numa das obras que fundamentam o processo missionário das Santas Missões Populares, padre Luís Mosconi comenta sobre a importância de se viver a missionariedade no cotidiano da vida paroquial. “Esse tempo nunca vai acabar, porque, como já vimos, a vida é missão. Será a caminhada, com seus imprevistos e situações concretas, a alertar quando precisamos de um novo tempo missionário bem especial.”

Sobre o contínuo processo missionário, relataram Romualdo Donizetti Salomão e Claudineia dos Reis Salomão, membros da equipe missionária da Paróquia São José de Muzambinho: “Pretendemos estimular a participação das famílias, dar continuidade à missão. Devemos manter a consciência de que nós somos missionários e colocarmos a missão em prática.”

Irmã Maria de Lourdes, Cisterciense da Caridade, afirmou sobre sua experiência missionária: “Minha ação pastoral dá-se nas pastorais, principalmente na catequese, e as SMP mudaram muito minha vida de missionária. Despertaram em mim e em nossa comunidade o espírito missionário. Ser missionário é ir ao encontro do outro com misericórdia. Pretendo levar adiante esse ideal.”

Sobre o 4º Retiro das SMP, dom José Lanza afirma: “Este retiro indica a conclusão de um processo missionário, mas é importante termos consciência que iniciamos a missão permanente, por isso, nós devemos colocar a missão como o coração de toda a pastoral”.

Padre Eduardo Pádua de Carvalho, pároco da Paróquia São João Bosco de Poços de Caldas, salientou a importância dos grupos de reflexão para a missão permanente: “Para que as SMP sejam colocadas verdadeiramente em prática devemos fomentar os grupos de reflexão, ou seja, as missões em casa. Dessa forma propõe-se que cada paróquia tenha ao menos uma vez por semana encontros dos grupos de reflexão.”

A diocese inicia um novo período missionário,  a missão permanente. Isso é o que apresenta o coordenador diocesano de pastoral, padre Henrique Neveston. “Já não mais falaremos de missão como nos últimos anos, mas esperamos que as comunidades levem adiante o projeto missionário realizando semanas missionárias anuais, estimulando os trabalhos setoriais, fazendo um planejamento missionário, mantendo as equipes missionárias. Dessa forma esperamos que as paróquias façam o seu planejamento em vista da Igreja em saída, da Igreja missionária. Prevalece a missão permanente, movimento missionário mais efetivo.”