Animação Vocacional › 11/01/2015

“Não faço por obrigação, mas por vocação”!

Indien, Kalkutta 1961In Begleitung von Mutter Teresa besuchte Pater Werenfried armeund kranke Menschen während seiner Indienreise.India, Calcutta, 1961Accompanied by Mother Teresa, Father Werenfried visits poor andsick people during his trip to India.

Muitos conhecem o fato no qual madre Teresa de Calcutá foi visitada por um homem que a viu cuidando das feridas dos leprosos. Sentindo o mau cheiro fortíssimo daquelas chagas dos pobres sofridos, o homem exclamou: “madre Teresa, isso que a senhora faz eu não faço nem por milhões de dólares”! Ao que a santa mulher respondeu: “Por milhões de dólares eu também não faria não, eu faço tudo isso por amor”.

Parafraseando a frase da ilustre mulher, podemos pensar o seguinte: muitas coisas que temos a fazer na vida podem se tornar, com o tempo, pesadas e custosas, a ponto de a gente perder o ânimo, reclamar e até desistir. Exemplos: um serviço pastoral que o padre ou alguém da comunidade nos pede, uma tarefa de pai ou mãe de família, de esposo ou esposa, algum compromisso assumido com a comunidade… Tudo isso pode se converter em tarefas que nos causam até tédio, a depender da situação. Porém, na referida frase que queremos parafrasear, encontramos uma pequena luz que pode ajudar.

As tarefas e compromissos podem se tornar pesados se os considerarmos como pura “obrigação”. Contudo, se procuramos ter em mente que não os fazermos por obrigação, mas, sim, por “vocação”, a coisa muda de figura. Alguém pode perguntar: “faz diferença?” Ao que respondemos que sim. Fazer por obrigação é fazer porque se sente forçado a tal. Como algo mecânico que estamos obrigados a cumprir. Isso se torna pesado, cansativo, sem sentido… Porém, fazer por vocação significa fazer porque Deus me chamou para tal e me concedeu tal missão. Assumir as obrigações nesta perspectiva de fé, entendendo que o chamado para algo é um serviço para o qual Deus me convocou, confere sentido e brilho às ações.

Assim, parafraseando a frase de madre Teresa, dizemos: não fazemos as coisas por obrigação, mas, sim, por vocação. Diante das tarefas repetitivas do dia-dia, das questões complicadas a lidar, do cansaço que pode sobrevir no cotidiano, lembremos: é Deus que nos chama e Ele tem um projeto para minha vida e me confia uma missão. Afinal, nós, batizados, somos todos “eclesia” (Igreja), “assembleia dos chamados”.

Desejamos que a convicção de viver a vida como chamado de Deus e missão confiada por Ele ajude você na caminhada de 2015 e sempre.

Por diácono Eder Carlos de Oliveira

 

Serviço de Animação Vocacional (SAV)

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