Notícias › 30/01/2016

Padres: homens que lutam pela evangelização

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O banquete eucarístico é o centro da assembleia dos fiéis a que o presbítero preside. Por isso, os presbíteros ensinam os fiéis a oferecer a Deus Pai a vítima divina no sacrifício da missa, e a fazer, com ela, a oblação da vida” (Presbyterorum Ordinis).

A Diocese de Guaxupé, desde a sua criação contou e conta com padres que doam suas vidas a favor do povo e construção do Reino de Deus. Homens que lutam para construir não somente igrejas de paredes, mas uma igreja de comunidades que seja fortificada pelo amor de Cristo, centro da vida cristã.

Chegando aos cem anos de sua ereção, faz-se necessário uma recordação sobre o que foi realizado até o momento. Ao ser interrogado sobre a importância da celebração do Centenário, padre Claiton Ramos, chanceler do bispado, disse que “celebrar o centenário é fazer memória de uma história de homens e mulheres, que iluminados por Deus, fundaram esta Igreja que tinha uma ansiedade de ser mais próxima e atuante; é momento também de parar e refletir aquilo que já foi colhido e semeado, e o que podemos fazer daqui pra frente para continuarmos essa caminhada de evangelização”.

Lutas, esperanças, alegrias, fracassos e vitórias fazem parte deste século de história. É momento oportuno de renovar a fé, de redobrar o entusiasmo e de pedir perdão. “Diante de circunstâncias adversas, nós – clérigos, consagrados e leigos – tendemos a ceder ao desânimo. Entretanto, em momentos pontuais o Espírito Santo se irrompe sobre nós, fazendo surgir oportunidades de um retorno profético ao essencial, àquilo que não pode ser esquecido”, disse o padre Robison Inácio, que ainda compara a celebração do Centenário com a Vigília Pascal, “durante esta Vigília, recordamos na perspectiva do memorial judaico, as obras poderosas do Senhor, em vista de nossa salvação. A celebração do Centenário nos permite recordar cem anos de ação poderosa do Senhor, em vista da salvação daqueles nos precederam, da nossa própria e daqueles que nos sucederão”, finalizou.

Para muitos, cem anos são lembranças de uma história rica em acontecimentos marcantes que fazem toda diferença: “me recordo do tempo em que fiquei na Catedral, cuidando daquele povo. Muitos dos padres foram meus alunos, pois eu também já fui reitor do Seminário. Celebrar o centenário é fazer memória da nossa vida, da vida da nossa Igreja, de tudo o que fizemos para construir o Reino de Deus”, comentou monsenhor Hilário Pardini, padre mais velho da Diocese.

A Diocese de Guaxupé conta atualmente com 122 padres, entre diocesanos e religiosos. Muitos à frente de várias pastorais e movimentos; outros lecionando e ministrando a sabedoria filosófica e teológica para os aspirantes ao sacerdócio; outros que lutam por construir uma Igreja mais justa e solidária; “precisamos de padres que mostrem o rosto da Igreja, que proporcione as pessoas um encontro verdadeiro com Cristo Eucarístico e faça a diferença, em meio às adversidades do mundo atual. Nossa diocese tem ganhado muito com os nossos padres”, comentou o bispo diocesano, Dom José Lanza Neto.

Um marco deste centenário são os padres que estão trabalhando para que a festa aconteça e fique guardada na lembrança de muitas pessoas e na história.