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A diocese é chamada a viver o dinamismo da comunhão-missão. João Paulo II disse em Santo Domingo: “Em torno do Bispo e em perfeita comunhão com ele, devem florescer as paróquias e as comunidades cristãs como células vivas e pujantes de vida eclesial†(SD 25).
O espÃrito de comunhão e participação deve ser o grande ideal de uma Igreja Particular. A comunhão de todas as paróquias se faz pelo planejamento diocesano de pastoral, se realiza na busca de uma caminhada conjunta, amadurece com os programas comuns e se promove pelo conhecimento das necessidades e avanços.
A Igreja Particular só se faz com a soma das comunidades existentes. E por ser “particular†congrega o “Povo de Deus de um lugar ou região, conhece de perto a vida, a cultura, os problemas de seus integrantes, e é chamada a gerar ali com todas as forças, sob a ação do EspÃrito Santo, a Nova Evangelização, a promoção humana, a inculturação da fé†(SD 55).
Só é possÃvel construir uma Igreja diocesana com fisionomia própria, quando todos os cristãos e todas as paróquias se sentirem co-responsáveis pela Diocese. E isso só se alcança se houver profunda comunhão e efetiva participação.
