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Sacerdócio e Episcopado

No dia 5 de abril de 1924, foi ordenado sacerdote pelo Cardeal Patriarca Pedro La Fontaine, em Veneza. Nesse tempo, preparava-se um novo grupo de missionários para o Paraná. Frei Inácio insistiu para ser enviado a essa região, mas seu pedido não foi aceito. Isso aconteceu quando um dos missionários adoeceu e, então, ele o substituiu.

 

Foi enviado ao Brasil, juntamente com outros seis franciscanos capuchinhos. Partiram de Veneza em 13 de setembro de 1925 e, em Gênova, embarcaram no Transatlântico Duca d’Aosta, no dia 17 do mesmo mês. Chegaram em Santos (SP), em 3 de outubro, e desembarcaram em Jaguariaíva (PR), em 7 de outubro do mesmo ano. Após 20 anos de ausência, o jovem sacerdote voltava à terra querida, com o coração a arder-lhe de zelo pelas almas, sentimentos de um autêntico capuchinho e filho de São Francisco. Exerceu o ministério presbiteral em Curitiba (PR) e em Campo Magro (PR). De 1932 a 1937, foi superior do Convento de Botiatuba (PR). De 1937 a 1938, vigário de Jaguariaíva (PR), e de 1939 a 1949, de Santo Antônio da Platina (PR).

 

Tornou-se custódio provincial dos capuchinhos do Paraná e de Santa Catarina, durante doze anos, até 1949. Foi sempre um religioso humilde, obediente. Soube cativar a estima de todos desde a chegada ao Paraná, dentro e fora do convento. Quando comemorava seu jubileu de prata sacerdotal, foi nomeado bispo pelo Papa Pio XII, em 15 de março de 1949, como bispo titular de Agbia e bispo coadjutor da Diocese de Joinville (SC), com direito à sucessão. Assim nos narra Dom frei Inácio: « A voz de Pio XII, de saudosa memória, nos fez trocar de hábito e nos colocou como bispo coadjutor de Joinville, sob o cajado do santo e ilustre bispo Dom Pio Freitas da Silveira, de quem conservamos sempre a lembrança do amor e zelo pela causa de Deus » (Oitava Carta Pastoral, 1962).

 

Foi ordenado bispo no dia 26 de maio do mesmo ano, em Santo Antônio da Platina (PR), onde era vigário. Adotou como lema episcopal Exiit qui seminat (Saiu o Semeador), iluminado pelos evangelhos sinóticos (cf. Mt 13,3; Mc 4,3; Lc 8,5).

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